Depois de muito mistério ao longo dos dois últimos anos, Death Stranding – nova grande obra de Hideo Kojima, a primeira desde sua polêmica saída da Konami e pós-era Metal Gear – finalmente te data de lançamento: 8 de novembro no PS4 (rumores indicam que também poderá chegar aos PCs). Mas tratando-se deste tão falado game, que contará com as atuações de Norman Reedus, Guillermo Del Toro e Mads Mikkelsen entre outras estrelas, claro que podemos esperar por elementos inusitados.

Recentemente, a Kojima Productons anunciou que Death Stranding não contará com uma tradicional tela de “Game Over” caso Sam (o protagonista) morra. No evento de ser abatido no mundo normal, Sam será enviado a uma espécie de “realidade invertida”, muito mais sombria e perigosa. Lá, o jogador precisará encontrar um jeito de escapar e voltar ao mundo normal, preferencialmente evitando as criaturas que lá residem ao invés de encara-las frente a frente.

Embora tal elemento seja mais lembrado graças a recente série da Netflix, Stranger Things, também é possível ver algo bastante similar em Legend of Kain: Soul Reaver do PS1. Neste clássico título, quando Raziel era derrotado no chamado “mundo material”, era transportado ao “mundo espectral” onde tinha de enfrentar perigos distintos.

Também segundo a Kojima Productons, Death Stranding não trará um gameplay que focará na eliminação de inimigos: nem sempre enfrentar os perigos abertamente será a melhor ideia (como no caso desta “realidade invertida”). Cada morte a mais em sua consciência trará consequências para Sam, que não é um assassino.

Estamos bastante empolgados com este título... Você também o irá jogar? Ou acha que talvez Death Stranding vai “latir mais do que morder”?