A tecnologia não para de avançar, e nos games vemos isto com a aproximação de novos consoles e um apelo crescente em games VR (quer dizer, tirando a Microsoft). A mesma tecnologia também está nos permitindo avançarmos em outras áreas muito mais importantes, como na cura de doenças e tratamentos médicos, por exemplo. Mesmo assim, nós ainda estamos sujeitos à morte, às vezes de forma extremamente prematura.

Esse foi o caso de uma garotinha de apenas 7 anos da Coréia do Sul chamada Nayeon, falecida em 2016 vítima de uma doença incurável. A família ficou arrasada, sobretudo sua mãe, Jang Ji-sung, que jamais aceitou bem o triste destino de sua filha. Mas então, surgiu de uma rede de TV coreana o convite para que Jang Ji-sung participasse de uma experiência em VR que lhe permitiria reencontrar com Nayeon uma última vez - e com muita coragem, a mulher aceitou.

Este momento forte você pode conferir no vídeo abaixo:

Como podemos ver, a pequena Nayeon foi reproduzida da melhor forma possível dentro da Realidade Virtual, e sua mãe Jang Ji-sung pôde ainda toca-la graças a luvas equipadas com sensores nas pontas dos dedos. Isso permitiu uma última e emocionante interação entre as duas, que termina com a menina indo dormir e transformando-se em uma borboleta que voa para os céus. Realmente de cortar o coração.

Agora, o que você acha desta história? Seria correto ou mesmo ético que este tipo de interação se tornasse mais comum no futuro? E quanto à exposição: não teria sido exploração colocar um momento tão íntimo assim em uma rede de TV? Muitas perguntas, com muitas respostas possíveis...