Não são poucos os que ainda não entenderam bem exatamente qual o tipo de experiência que teremos quando finalmente pudermos jogar o tão falado Death Stranding - neste nosso artigo aqui, explicamos sobre sua trama e qual será nossa missão no papel de Sam Bridges, o protagonista… Mas como exatamente vai funcionar esse negócio de explorador/carteiro do pós-apocalipse?

Bem, a realidade é que nem mesmo quem está no volante de Death Stranding, o próprio Hideo Kojima, sabe bem como explicar sua obra. Em recente entrevista, Kojima reafirmou que está 100% comprometido em criar uma experiência de jogo realmente nova, diferente de tudo que já foi feito. Porém, ele também admite que isto representa também um grande risco, já que apostar no novo nem sempre dá os resultados que esperamos.

"Death Stranding... mesmo agora, eu não entendo o game. Sua visão de mundo e gameplay é totalmente nova. Minha missão é criar um gênero que não existe atualmente e que pegue todo mundo de surpresa. Naturalmente, há um risco nisso. (...) Há histórias sendo contadas no cinema que minha geração pode achar surpreendente, mas que a geração gamer não achará estranha. Se você pega algo que parece uma banana e dá o título de ‘maçã’, isso funciona como arte, mas o mesmo não se aplica aos games. Nós estamos fazendo coisas interativas: a banana precisa ser comestível depois de tirar a casca. Carros precisam ser funcionais. Para que os games sejam interativos e entreguem essa diversão, deve haver uma realidade onde várias pessoas na produção estão fazendo isso acontecer."

Como podemos ver, Hideo Kojima está tão apreensivo e ansioso quanto nós por Death Stranding, roendo as unhas sobre como os jogadores interpretarão esta viagem original e se saberão ou não apreciá-la. Fato é que o exclusivo do PS4 chega em 8 de novembro, e muitos já compraram Death Stranding na pré-venda pela confiança investida no sempre incrível trabalho de Kojima… Mas será que este tiro também será certeiro?